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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

2013 - Planos Perante Deus

créditos ao autor da imagem
Nesta época do ano costumamos fazer planos, votos e compromissos para o ano que virá. Costumamos prometer melhorar como indivíduos e mudar práticas erradas em nossa vida. No entanto, esses planos e promessas não são muito duradouros, a maioria deles não resite ao segundo dia do ano. Dessa forma tudo o que nós colocamos diante de Deus vai por água abaixo. É neste ponto que encontramos uma incoerência muito séria em nossas vidas. Como podemos fazer planos diante de DEUS e não cumpri-los? Será que realmente conhecemos o nosso Deus? 

No Livros de Eclesiastes encontramos um texto que nos ajudará a refletir sobre esse hábito tão comum a humanidade: 


Eclesiastes


5.1   Guarda o pé, quando entrares na Casa de Deus; chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal.


5.2   Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu, na terra; portanto, sejam poucas as tuas palavras.


5.3   Porque dos muitos trabalhos vêm os sonhos, e do muito falar, palavras néscias.


5.4   Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes.


5.5   Melhor é que não votes do que votes e não cumpras.


5.6   Não consintas que a tua boca te faça culpado, nem digas diante do mensageiro de Deus que foi inadvertência; por que razão se iraria Deus por causa da tua palavra, a ponto de destruir as obras das tuas mãos?

5.7   Porque, como na multidão dos sonhos há vaidade, assim também, nas muitas palavras; tu, porém, teme a Deus.

Se olharmos para o início desse ano e nos lembramos de quantos votos fizemos, nos envergonharemos diante de Deus. Dentre todos eles quantos foram cumpridos? Quantos nos empenhamos de verdade em realizar? Será que Deus se agradou do modo que tratamos as alianças que firmamos em sua presença durante este ano? Se formos sinceros, veremos o quão falhos fomos diante de Deus.

Se olharmos para o texto e notarmos a seriedade de não cumprir os votos que fizemos ao nosso Deus, veremos o quanto Ele foi misericordioso para conosco e o quanto fomos miseráveis diante d'Ele!

O texto nos adverte a cumprir os votos de imediato. Infelizmente é o que menos fazemos, pois assim que nos dispomos a cumprir um voto, colocamos sempre esse momento no amanhã, na próxima semana, etc. O tempo se vai e nós continuamos estacionados em nossas falhas e pecados. Assim o voto que fizemos diante de Deus é quebrado. O texto neste ponto nos chama de TOLOS, que é uma palavra muito usada no Livro de Provérbios para os que não conhecem a Deus! Que terrível é para os conhecedores e confessores das maravilhas de Deus, serem igualados àqueles que desconhecem e negam a Deus! Melhor seria se não tivéssemos feito promessa alguma diante dEle.

Mais adiante no verso 6, o texto fala sobre outro hábito nosso, a falta de comprometimento. Quando a euforia típica do Final do Ano ou da mensagem pregada passa, nós tentamos dizer a Deus ou a seus "mensageiros" que: "Não era bem isso que eu disse" ou "Não foi exatamente o que me comprometi a fazer". O Texto diz que Deus destruirá as obras dos que assim fizerem. Quando tudo dá errado e nos questionamos diante de Deus sobre a situação de nossas vidas, deveríamos nos lembrar que em algum momento os nossos votos, alianças e promessas com Deus foram quebrados e colocamos outra coisa no lugar d'Aquele que não divide a sua glória. Dessa maneira tudo o que fizemos foi destruído, pois não provinha de Deus, mas de nosso próprio egocentrismo. 

Todo esse histórico de falhas e os alertas que o texto nos traz quanto ao não cumprir votos, não deve nos levar a não fazê-los. Mas sim, nos levar a um conhecimento de Quem é o nosso Deus, para que temendo-o, ou seja, conhecendo-o verdadeiramente, saibamos o que prometer a Ele. Se temos certeza de que não cumpriremos aquilo que estamos dizendo, não prometa! Peça a Deus que o capacite e aguarde. Mas não se isente de fazer votos a Deus, pelo contrário, faça-os e CUMPRA-os, pois é diante do Todo-Poderoso que estamos fazendo votos. 

Votos nos levam a melhorar, são parte da vida cristã, do processo de santificação. Mas tenha plena consciência de que nosso Deus é zeloso e odeia o pecado. Para temer a Deus é preciso conhecê-lo e isso virá a partir da leitura bíblica e da oração, além da vida em comunhão com os santos e a prática das verdades que recebemos todos os domingos e demais reuniões de celebração ao nosso Deus. Vivendo dessa forma nos tornaremos tementes a Deus.

Que 2013 seja um ano diferente para nós, e que ao fazer planos diante de Deus, possamos conhecê-lo verdadeiramente. Que esse seja uma ano de TEMOR diante de nosso Deus, aquele que tudo já fez por nós e nos ama verdadeiramente. 

FELIZ 2013!  

sábado, 15 de outubro de 2011

Como anda o nosso compromisso com Cristo?

          Neste Domingo, 9 de outubro de 2011, a irmã Beth trouxe-nos a mensagem.

Texto base: Lc 22: 54-62

          Muitos dizem seguir Jesus, porém estão bem longe d'Ele.
Pedro, o apóstolo, afirmou que seguiria a Cristo, por Ele seria preso e até morreria, porém o negou.
Muitos dizem que tem um compromisso com Jesus, porém negam a Cristo com suas obras. Por esta razão, precisamos renovar a cada dia nosso compromisso com Jesus.
Pedro afirmou que estaria ao lado de Cristo sempre, e mesmo assim o negou. E nós, como temos agido?


Vs. 54 - Será, que assim como Pedro, ficamos assistindo de longe, enquanto Cristo é tripudiado pelo mundo?

          É facil dizer que temos Cristo, colocamos um crucifixo no peito, vestimos uma camiseta... porém não trazemos Cristo para o nosso dia-a-dia.

          Jonas, o profeta, era um servo de Deus, porém não o obedeceu quando o Senhor ordenou. Pelo contrário, fugiu de seu compromisso!

          Confessar com nossos lábios é muito fácil, porém quando Deus requer algo de nós, vamos para longe d'Ele.

Vs. 55 - Pedro presenciou o julgamento de Cristo, porém não repreendeu a nenhuma das pessoas que acusavam Jesus, ao contrário, sentou-se com eles e calou-se!

          Pedro nesta ocasião fez o que o Sl 1:1 diz para não fazermos; sentou-se à roda dos escarnecedores.
Quando não guardamos a palavra de Deus em nossos corações, negamos a Cristo.

          Mesmo sendo reconhecido não obedeceu a Cristo, fingiu não o conhecer, não assumiu sua responsabilidade diante do mundo.
          Será que nós temos nos declarado discípulos de Cristo?

Veja Rm 1:16 e 2 Co 13:5

          Deus sempre nos dá um sinal para que voltemo-nos para Ele.

Vs. 60 - O Senhor Jesus avisou a Pedro de seus atos, porém, reconhecendo os sinais não se arrependeu.

          Deus sempre nos mostra os nossos erros, sempre nos dá a chance de nos arrependermos.
          Para Pedro foi apenas o cantar do galo, e para nós, como Deus tem nos mostrado que estamos no erro? E nós, estamos com os corações abertos para ouvir a voz de Deus?

Veja Is 55: 6 e 7

          Pedro não percebeu seu descomprometimento, mas ao deparar-se com Deus, lembrou-se do sinal de seu sinal e se arrependeu.
          Precisamos de nos arrepender, muitas vezes somos cegos, precisamos ``quebrar a cara`` para nos arrepender.
          Constantemente Deus nos confronta, porém devemos estar com os corações abertos. Pedro estava pronto para ouvir a voz de Deus, se arrependeu e orou, percebeu a sua falta de compromisso.
          Será que temos seguido a Cristo de perto ou de longe como fez Pedro antes de reassumir seu compromisso?

Veja Jo 21: 15-17

          Cristo restaurou Pedro.
          O Senhor nos conhece e sabe qual é o nosso compromisso com Ele.
          Para seguir a Cristo precisamos nos comprometer com Ele e abrir mão de nossos desejos.

Veja Mt 10: 32-37.

Ou seguimos o nosso caminho ou seguimos o de Deus.
Tudo o que fazemos deve estar baseado no nosso compromisso com Deus.
Ou negamos a nós mesmos ou negamos a Ele.
Não podemos servir a dois senhores.
Cada um de nós deve carregar sua cruz.
Falar é fácil, porém viver de acordo com o compromisso que fizemos com Cristo é difícil.
Logo após nossa conversão parece que nada irá nos atingir, porém esta não é a verdade, pois os filhos de Deus são testados para que se fortaleçam.
Somos amigos, filhos e co-herdeiros de Deus.
Devemos nos basear no sofrimento de Cristo para ter força para lutar e manter nosso compromisso.
Se não temos um compromisso verdadeiro com Jesus não devemos nem se quer ser chamados de crentes.
Se não temos acrescentado nada, então não devemos nem ser chamados de igreja! Se deixarmos de existir, será que darão nossa falta?
Devemos cumprir nosso chamado, nosso compromisso com Deus.
Que a cada dia restauremos nosso compromisso com Deus. Não devemos estar aqui e ``esquentando o banco``. Devemos andar conforme a Palavra de Deus!

          Para completar a mensagem, o Pastor Donizete, que esteve presente para celebrar a ceia, fez sete observações:

1 - Pedro estava cheio de autoconfiança;
2 - Pedro dormiu quando foi preciso estar em oração;
3 - Reagiu na carne quando questionado;
4 - Seguiu de longe;
5 - Sentou-se com os impios, buscou o mundo;
6 - Escondeu-se atrás da mentira;
7 - Jurou e fez o contrário do que tinha dito.
Resumo por William de Almeida Santos

terça-feira, 28 de junho de 2011

Missões - Como podemos ajudar?

" Uma vez em minha Igreja, na cidade de Mogi-Guaçu, esteve um missionário que havia trabalhado em Ruanda, país africano devastado por uma guerra civil. Após mostrar seu trabalho, ele utilizou uma ótima ilustração de como podemos ajudar os missionários que estão espalhados pelo mundo.
Utilizando uma passagem bíblica, o texto de Êxodo 17: 8-13, ele mostrou que assim como os personagens desta história, Moisés, Arão, Hur e o exercito de Josué, tinham diferentes papéis na batalha contra os Amalequitas, nós também temos diferentes papéis na evangelização. Todos recebemos a ordem de ir e pregar o evangelho para toda criatura, mas nem todos temos o dom necessário para sermos missionários e enfrentar as condições adversas pelas quais eles passam. Mas será que a única forma de ajudá-los é financeiramente? Através da passagem de Êxodo, podemos ver que não.
Se não podemos ajudar financeiramente, como podemos ajudar então?
Na passagem vemos que enquanto o exercito estava no campo (missionários), havia aqueles que auxiliavam, Arão e Hur (pessoas que ajudam financeiramente), e Moisés, que mantinha suas mãos erguidas para o céu. Se por ventura, não podemos ajudar financeiramente, então devemos ajudar com o que temos de mais precioso, as nossas orações, pois existem os que vão a campo, os que auxiliam e os que clamam.
Missões são um tema importante na vida da Igreja e se não estamos ajudando financeiramente, podemos interceder pelos vários missionários que estão nos vários lugares do mundo, passando dificuldades e até perseguições, muitos são mortos, mas Deus tem os abençoado e a cada dia várias pessoas são libertas pela palavra de Deus, muitas mais serão se estivermos cumprindo nosso papel de pregar para os nossos vizinhos, parentes e amigos e se estivermos intercedendo por nossos irmão missionários."

William de Almeida Santos