O Missionário José Dilson da APMT esteve preso no Senegal durante cinco meses acusado de crime contra o islamismo, especificamente por converter crianças, as quias eram cuidadas pelos missionários cristãos e excluídas da sociedade senegalesa. Após esse período no cárcere e depois de um grande clamor nas igrejas e mobilização das autoridades, ele a a missionária Zeneide foram soltos. A situação ainda não está resolvida por completo, eles aguardam o julgamento do processo, mas eles têm um Justo Juiz ao lado dessa causa. Assista ao depoimento e continue em oração.
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Assine a petição e ajude os Missionários presos no Senegal
Assine a petição para libertação dos missionários Rev. José Dilson e Zeneide, presos no Senegal.
Fazemos um apelo para o governo do Senegal que liberte os cidadãos brasileiros José Dílson da Silva e Zeneide Moreira Novais, presos desde novembro de 2012 por acusações comprovadamente infundadas, após apurações realizadas pelas autoridades locais. Mesmo inocentes de tais acusações, permanecem ainda encarcerados, com o habeas corpus negado.
Apelamos também às autoridades públicas do Brasil, à Presidenta Dilma Rousseff, à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e ao Itamaraty, que intervenham em favor da liberdade imediata desses dois compatriotas que estão sofrendo nessa nação irmã por prestarem ajuda humanitária através de um projeto social que oferece abrigo, alimentação e ensino para crianças e jovens de rua.
Não podemos admitir que pessoas que empenham suas vidas junto aos desfavorecidos e excluídos sejam vítimas de tamanha injustiça!
José Dílson trabalha há 21 anos no continente africano (13 anos em Guiné Bissau e há quase 8 anos no Senegal) como membro e dirigente da ONG ABC (Aide Internatinale Aux Enfants) e da APMTS (Associação Presbiteriana de Missões Transculturais no Senegal).
Cristão engajado na causa dos pobres e necessitados da África, Zé Dílson tem participado e realizado às seguintes ações:
Em Gunié Bissau:
•Ajudou a construir uma das maiores escolas de Guiné Bissau (Escola JOCUM). Desde 1991 milhares de crianças já foram beneficiadas, atualmente com 700 alunos inscritos.
•Construiu vários centros nutricionais, com o apoio do PAM, ADRA e outras organizações, distribuindo diariamente alimentação para mais de 300 grávidas e crianças com desnutrição na cidade de Gabu e arredores.
No Senegal:
•Criou a Escola ABC, que apoia e beneficia centenas de famílias através da educação de seus filhos. Esta escola hoje conta com 200 alunos inscritos, da pré-escola até o quarto ano. Crianças do ensino elementar recebem alimentação diariamente, estudando em tempo integral das 8 às 15 horas.
•Contribui na inserção social através do esporte, com quatro escolinhas de futebol em Dakar e no interior, nas quais participam 120 meninos.
•Fundou o Projeto Obadias, que conta com um orfanato-escola para meninos em situação de abandono social. O projeto contribui para o desenvolvimento humano e social de menores que viviam nas ruas do Senegal, oferecendo abrigo, alimentação e ensino.
No dia 06 de Novembro de 2012, José Dílson e Zeneide (diretora do abrigo de menores que faz parte do Projeto Obadias) foram detidos na cidade de Mbour e posteriormente enviados a um presídio na cidade de Thies. Eles foram presos após a queixa do pai de um dos jovens apoiados pelo projeto, desconte de ver o filho tornar-se cristão.
José Dilson mora com sua esposa e filhos dentro do Projeto Obadias, numa zona rural de Dakar, e nunca teve problema de ordem judiciária ou passagem pela policia. No momento, se encontra com a saúde debilitada, pois sofre de diabetes, compartilhando a cela com dezenas de outros presos em condições que fazem agravar o seu estado físico.
Que perigos José Dilson e Zeneide podem oferecer para a sociedade senegalesa que lhes negou a liberdade provisória?
Apelamos para que a justiça do Senegal faça valer os direitos desses brasileiros que tanto amam seu país e lhes conceda liberdade e anistia imediatas.
Texto retirado da página da petição.
Saiba mais em: http://www.istoe.com.br/reportagens/265374_MISSIONARIOS+BRASILEIROS+NO+CARCERE
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| fonte aqui. |
terça-feira, 14 de agosto de 2012
12 de Agosto - Dia das Missões
No mesmo dia em que comemora o presbiterianismo nacional, a Igreja Presbiteriana do Brasil, nascida de uma missão, celebra também o dia das missões, data na qual, grata por um dia termos sido alcançados por uma missão, relembramos e reafirmamos nosso compromisso em plantar e semear a palavra de Deus, por todas as partes da Terra.
Quando o assunto é missão a IPB se destaca pelo trabalho que realiza através da Agência Presbiteriana de Missões Transculturais - APMT, que atua ao redor do globo, e através da Junta de Missões Nacionais - JMN, que atua especificamente em território brasileiro.
A JME – Junta de Missões Estrangeiras foi organizada nos primórdios da IPB que, em parceria com a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, enviou missionários brasileiros para Portugal, Venezuela, Chile e outros paises. Desde 1968, o Rev. Odayr Olivetti, que foi missionário no Chile, durante sua gestão de Secretário Executivo da JME, entendeu que a IPB poderia realizar a obra missionária sem parceria. O Paraguai foi escolhido como primeiro pais estrangeiro para o inicio do trabalho missionário transcultural. Ele e uma comitiva visitaram a cidade de Concepción, a 200 km da fronteira com Mato Grosso. No ano de 1970 foi enviado o primeiro missionário, Rev. Evandro Luis da Silva juntamente com sua esposa Lourdes e sua primeira filha Carlota, sustentado integralmente pela JME/IPB.
No ano 2000 a JME passou a ser uma autarquia da IPB e passou a chamar-se APMT – Agência Presbiteriana de Missões Transculturais, considerando o crescimento e a extensão da Obra Missionária da IPB em contextos transculturais.
A APMT atua hoje em 30 países e conta com mais de 130 missionários desenvolvendo seus ministérios no Brasil e no mundo.
A APMT atua hoje em 30 países e conta com mais de 130 missionários desenvolvendo seus ministérios no Brasil e no mundo.
extraído do site da APMT, leia na íntegra: http://www.apmt.org.br/index.php/quem-somos/historia-apmt
A JMN nasceu em 10 de setembro de 1940, local, Igreja Presbiteriana Unida de São Paulo. Números: 1 Campo Missionário (1941), Tanabi-SP; 1 Missionário, o licenciado Camilo Fernandes Costa e a verba de Cr$ 37.141,90 (resultado da “Primeira Coleta Missionária” cujo alvo era de Cr$ 25.000,00). Uma testemunha do envio do primeiro missionário da JMN, é a irmã Leonilda Olivetti Steffen (viúva do Rev. Walter Steffen 1917-1999). Esta querida irmã estava presente no culto em que o licenciado Camilo Fernandes Costa foi comissionado para o trabalho em Tanabi-SP, ela se lembra que o hino entoado pela igreja foi “Quero ser um vaso de bênção” e, na sua opinião, esta é a melhor definição da JMN: “Um vaso de bênção escolhido de Deus, para as novas levar aos perdidos”.
No começo, a JMN foi mantida pela Igreja Presbiteriana do Brasil, Missões de New York e Nashville – USA, mas gradualmente os presbiterianos brasileiros passaram a financiar todo o trabalho com ofertas missionárias.
Ainda hoje todos nós somos responsáveis por incentivar e assegurar os recursos que levem adiante o trabalho missionário no Brasil. Vamos apoiar esta obra que não é de homens, mas de Deus. As campanhas permanentes da JMN fornecem a oportunidade para manifestarmos nosso amor por Missões.
extraído do site da JMN, saiba mais: http://www.jmnipb.org.br/historico/
Por conta de ser o mês em que fomos alcançados por um missionário, todo o mês de agosto é comemorado pela Igreja Presbiteriana do Brasil como o "mês das missões", em homenagem a Ashbel Green Simonton, enviado pela Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos ao Brasil no dia 12 de agosto de 1869.
Nosso papel nesse trabalho pode ser mostrado de três maneiras, indo a campo, contribuindo financeiramente e como dever de todos, através da oração! Que o Espírito de Deus nos capacite e abençoe estas obras!
Nosso papel nesse trabalho pode ser mostrado de três maneiras, indo a campo, contribuindo financeiramente e como dever de todos, através da oração! Que o Espírito de Deus nos capacite e abençoe estas obras!
domingo, 29 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Junta de Missões Nacionais - JMN
CONTRIBUA
- Orando
- Ajudando financeiramente
- Indo a campo
Qual seu chamado?
CONTATOS JMN
Geral: jmn@ipb.org.br
Artigos para Revista Ação Missionária: revistajmn@ipb.org.br
Currículos: curriculosjmn@ipb.org.br
Projetos de Parceria: projetosparceria@ipb.org.br
Artigos para o Site: sitejmn@ipb.org.br
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Missões - Como podemos ajudar?
" Uma vez em minha Igreja, na cidade de Mogi-Guaçu, esteve um missionário que havia trabalhado em Ruanda, país africano devastado por uma guerra civil. Após mostrar seu trabalho, ele utilizou uma ótima ilustração de como podemos ajudar os missionários que estão espalhados pelo mundo.
Utilizando uma passagem bíblica, o texto de Êxodo 17: 8-13, ele mostrou que assim como os personagens desta história, Moisés, Arão, Hur e o exercito de Josué, tinham diferentes papéis na batalha contra os Amalequitas, nós também temos diferentes papéis na evangelização. Todos recebemos a ordem de ir e pregar o evangelho para toda criatura, mas nem todos temos o dom necessário para sermos missionários e enfrentar as condições adversas pelas quais eles passam. Mas será que a única forma de ajudá-los é financeiramente? Através da passagem de Êxodo, podemos ver que não.
Se não podemos ajudar financeiramente, como podemos ajudar então?
Na passagem vemos que enquanto o exercito estava no campo (missionários), havia aqueles que auxiliavam, Arão e Hur (pessoas que ajudam financeiramente), e Moisés, que mantinha suas mãos erguidas para o céu. Se por ventura, não podemos ajudar financeiramente, então devemos ajudar com o que temos de mais precioso, as nossas orações, pois existem os que vão a campo, os que auxiliam e os que clamam.
Missões são um tema importante na vida da Igreja e se não estamos ajudando financeiramente, podemos interceder pelos vários missionários que estão nos vários lugares do mundo, passando dificuldades e até perseguições, muitos são mortos, mas Deus tem os abençoado e a cada dia várias pessoas são libertas pela palavra de Deus, muitas mais serão se estivermos cumprindo nosso papel de pregar para os nossos vizinhos, parentes e amigos e se estivermos intercedendo por nossos irmão missionários."
Utilizando uma passagem bíblica, o texto de Êxodo 17: 8-13, ele mostrou que assim como os personagens desta história, Moisés, Arão, Hur e o exercito de Josué, tinham diferentes papéis na batalha contra os Amalequitas, nós também temos diferentes papéis na evangelização. Todos recebemos a ordem de ir e pregar o evangelho para toda criatura, mas nem todos temos o dom necessário para sermos missionários e enfrentar as condições adversas pelas quais eles passam. Mas será que a única forma de ajudá-los é financeiramente? Através da passagem de Êxodo, podemos ver que não.
Se não podemos ajudar financeiramente, como podemos ajudar então?
Na passagem vemos que enquanto o exercito estava no campo (missionários), havia aqueles que auxiliavam, Arão e Hur (pessoas que ajudam financeiramente), e Moisés, que mantinha suas mãos erguidas para o céu. Se por ventura, não podemos ajudar financeiramente, então devemos ajudar com o que temos de mais precioso, as nossas orações, pois existem os que vão a campo, os que auxiliam e os que clamam.
Missões são um tema importante na vida da Igreja e se não estamos ajudando financeiramente, podemos interceder pelos vários missionários que estão nos vários lugares do mundo, passando dificuldades e até perseguições, muitos são mortos, mas Deus tem os abençoado e a cada dia várias pessoas são libertas pela palavra de Deus, muitas mais serão se estivermos cumprindo nosso papel de pregar para os nossos vizinhos, parentes e amigos e se estivermos intercedendo por nossos irmão missionários."
William de Almeida Santos
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